Julgava eu a amizade mais simples do que parece. Mas parece que afinal não a entendo... Ou então é ela que não me entende...
Penso agora que será melhor, então, pensar que tudo não passa de saber lidar com as pessoas. Saber ver do que elas são feitas. E fazer com que elas se sintam bem com o respeito que lhes mostramos. Porque conhecemos o que as faz. Não há nada afinal. Só há estas designações para estas coisas ambíguas.
Começo a achar que, basicamente, tudo se deve resumir ao respeito.
Ao menos tenho a música, que não mostra respeito por nada, mas exige o maior dos respeitos.
Mantenho-me com ela.
Aqui me mantenho...
quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Só isto
Pudera eu sentir o que construir. E seguir... Saber responder. Ou então parar de questionar. Não desejar atingir a compreensão.
Pudera tudo isto ser música. Nada mais. Só. Sentir. Apenas. Só. Não desejar ter mais do que se tem. Não se consegue.
Pudera este ser o meu equilíbrio. Assim.
Aqui se fica. Aqui se balança até se cair no equilíbrio. Até se perdoar. A mim. Até que eu seja música. Até que se apaguem os ecos.
Sabes? Tenho que aprender a gostar de mim tal como gosto do que me rodeia.
Pudera tudo isto ser música. Nada mais. Só. Sentir. Apenas. Só. Não desejar ter mais do que se tem. Não se consegue.
Pudera este ser o meu equilíbrio. Assim.
Aqui se fica. Aqui se balança até se cair no equilíbrio. Até se perdoar. A mim. Até que eu seja música. Até que se apaguem os ecos.
Sabes? Tenho que aprender a gostar de mim tal como gosto do que me rodeia.
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