Pudera eu sentir o que construir. E seguir... Saber responder. Ou então parar de questionar. Não desejar atingir a compreensão.
Pudera tudo isto ser música. Nada mais. Só. Sentir. Apenas. Só. Não desejar ter mais do que se tem. Não se consegue.
Pudera este ser o meu equilíbrio. Assim.
Aqui se fica. Aqui se balança até se cair no equilíbrio. Até se perdoar. A mim. Até que eu seja música. Até que se apaguem os ecos.
Sabes? Tenho que aprender a gostar de mim tal como gosto do que me rodeia.